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Segunda Grande Guerra

Em memória dos soldados, homens, mulheres e crianças que perderam suas vidas na Guerra.

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Tropas da infantaria dos EUA avançam pelos rastros deixados por um blindado Sherman que rompeu a espessa sebe da Normandia, durante os avanços após a Operação Overlord, em junho de 1944. As sebes da Normandia remontavam à época dos romanos, num aglomerado de galhos emaranhados e espinhosos e barrancos de terra, usados para confinar o gado e demarcar os territórios dos campos. A infantaria não possuía meios para romper os bloqueios, dependendo totalmente do avanço dos blindados para poder progredir. Todavia, nos dias iniciais do avanço, quando o blindado subia em grau elevado para romper a sebe, o inferior do veículo ficava exposto para que uma peça anticarro alemã atingisse uma das partes mais vulneráveis do blindado, tornando-os alvos fáceis. Fora então que, a partir da ideia de um soldado raso, foram instalados uma série de dentes na frente dos blindados Sherman, usando como material os obstáculos de metal instalados pelos alemães nas praias normandas. Os dentes entravam na sebe, e as desemaranhavam e faziam com que o próprio peso do blindado amassasse ou arrancasse os galhos. A partir de então, muitos blindados foram equipados com esses aparelhos e o avanço aliado foi facilitado. #segundagrandeguerra #ww2 #segundaguerramundial #war #segundaguerra #historia #guerra #operationoverlord #operaçãooverlord #invasaodafrança

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Blindado alemão PzKpfw IV tenta atravessar uma precária ponte de madeira nos arredores de Smolensk, durante os combates pelo local, em agosto de 1943. Apesar do peso relativamente baixo de 25ton do PzKpfw IV, os blindados alemães enfrentavam constantes problemas para transpor as precárias estruturas rurais ou debilitadas pelos ataques aéreos durante os avanços na Segunda Guerra. Não eram raros os registros de blindados como os Panthers, Tigers e até mesmo os Panzer IV, em valas ou rios após as pontes que tentavam transpor, quebrarem. #pzKpfwiv #pzKpfw4 #panzerkampfwagen #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #panther #tiger #panzerarmie #smolenskbattle #batalhadesmolensk

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Membros da Volkssturm aprendem a utilizar uma granada magnética Hafthohlladung H3 num blindado Panzerkampfwagen V Panther. O Hafthohlladung H3, também chamado de 'panzerknacker' (caça tanques), é uma carga explosiva anti-carro magnética usado pelos soldados alemães. Os ímãs no tripé da mina garantem que ela vá ficar colada em qualquer superfície de metal magnético. É armada quando se puxa o ignitor. Contudo, era necessário um soldado corajoso para operá-la, uma vez que ele deveria correr até próximo ao blindado, colar a mina e acionar o detonador, além de se abrigar em algum local para se proteger da explosão. Era muito comum durante os combates da URSS, do soldado se abrigar em alguma trincheira ou amontoado de neve, esperar o blindado passar por sobre ele e colar a mina na parte de baixo do veículo, ou na parte de trás, assim que ele passasse. Com receio de que armas semelhantes fossem usadas contra seus blindados, os alemães designaram a empresa Zimmer AG, para que desenvolvessem uma pasta, uma espécie de polímero, que era aplicada nas blindagens dos carros, que dificultavam a aderência de minas e cargas explosivas magnéticas ou mesmo as chamadas "sticky bombs" ou bombas adesivas inglesas, usadas com relativo sucesso na campanha do deserto. Ela possuía uma aparência ondulada, criando um relevo muito aparente nas fotos, como nos Tiger II e Panther. #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #historia #segundaguerra #hafthohlladungh3 #panzerknacker #panzer #panther #panzervpanther #panzerdivision #volkssturm

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Visão interna da torre de um blindado alemão PzKpfw IV, tendo vista para o remuniciador e o comandante do blindado. O Panzer IV serviu em todos os teatros de combate em que a Alemanha esteve presente e foi o único blindado alemão a permanecer em produção contínua durante a guerra. Recebeu várias atualizações e modificações de design, destinadas a combater os blindados inimigos, cada vez mais modernos, estendendo sua grande vida útil. Geralmente, isso envolvia o aumento da blindagem ou a atualização de suas armas, embora durante os últimos meses da guerra, com a necessidade urgente da Alemanha de substituir rapidamente as perdas, as mudanças de design incluíssem simplificações para acelerar o processo de fabricação, ainda mais pela escassez de recursos e da baixa qualidade dos mesmos. #panzerkampfwageniv #panzeriv #panzer4 #panzerarmie #panzer #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #historia #history #segundaguerra

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A Operação pelo Vistula-Oder A guerra já estava totalmente transformada em 1944, os alemães já estavam segurando duas frentes, e estas agora estavam cedendo. Na frente leste, Stalin martelava seus inimigos cada vez mais forte. Moscou, Stalingrado, Kursk, Leningrado, os soviéticos já haviam repelido as forças alemãs em diversas oportunidades, e agora seguiam em frente como uma flecha. Após as sucessivas derrotas alemãs e com o êxito da Operação Bagration em 1944, foi a vez de uma operação mais ambiciosa, que visava “libertar” o resto da Polônia ocupada (visto que mais a frente ela seria integrada ao território soviético) e depois entrar na Alemanha de fato. A chamada “Operação Vístula-Oder” leva o nome de dois rios, o Vístula que corta a Polônia ao meio e o Oder, que separa a Polônia da Alemanha, ou seja, se os soviéticos cruzassem o rio Oder, eles entrariam em território Alemão, e então começaria as tortuosas batalhas em solo Alemão que levariam até Berlim. O efetivo soviético que estava se posicionando para o início da operação contabilizara mais de 2 milhões de soldados, que se posicionavam em cabeças de ponte estratégicas, e separados em 2 grupos: a 1ª Frente Ucraniana, comandada por ninguém menos que Ivan Koniev, e a 1ª Frente Bielorussa comandada por Georgi Zhukov. Pré-estacionados, a ofensiva se dá no dia 12 de janeiro de 1945, com um avanço da 1ª Frente Ucraniana na ponte de Baranow e com um intenso bombardeio sobre as tropas do 48º Corpo Panzer, integrantes do 4º Exército Panzer. O bombardeio foi seguido por ataques de infantaria e em seguida mais bombardeios pesados. O que deixou muitos poucos sobreviventes alemães. Os soviéticos, então, foram destruindo sucessivamente todo o tipo de resistência que encontravam pelo caminho, perseguiram os alemães até Kielce. As tropas que fugiram do primeiro ataque, da 48º Corpo Panzer e 4º Exército Panzer entraram em modo de defesa, mas pouco importou, pois as forças de Stalin vieram com peso. Estes dois componentes do 3º Reich sumiram do mapa, foram totalmente destruídos. (Continua nos Comentários)

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Soldados alemães mortos em ação durante os primeiros avanços da Operação Barbarossa, a invasão da URSS, em junho de 1941. A invasão da Rússia provocou um choque no soldado médio alemão, uma vez que o cenário mudara e as vitórias relativamente rápidas e com poucas mortes ficaram para trás, e a efetividade da Blitzkrieg reduzia cada vez mais. Os avanços ficaram cada vez mais pesarosos e o número de baixas seguiu numa ascendente a partir dai, até a queda de Berlim em 1945. #kia #killerinaction #germankia #segundagrandeguerra #death #deadsoldier #segundaguerra #segundaguerramundial #ww2

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Operadores de um canhão Flak-36 calibram a espoleta de detonação através da pressão da capsula, fazendo uso de um mecanismo chamado de Zünderstellmaschine. Quando o alvo era detectado e tendo se medido a distância por um telêmetro Em4mR, eram enviados os dados para um "gerador de comandos" (Kommandogerät 41), que fazia os cálculos necessários de distância, pressão da espoleta e ângulo de disparo. A partir da central, os valores eram transmitidos para os canhões (Normalmente, eram ligados a este Kommandogerät pelo menos 4 canhões Flak). Os artilheiros regulavam a espoleta de detonação com as mãos, conforme os dados enviados pela central. Por razões de segurança, o dispositivo de comando estava localizado a uma distancia de 500 a 600 m da posição da bateria, geralmente num veículo camuflado pela vegetação do local. #flak36 #flakcannon #canhaoflak #zünderstellmaschine #ww2 #worldwar2 #kommandogerät41 #segundagrandeguerra #historia #segundaguerramundial #war #luftwaffe

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Há 74 anos, em 16 de Janeiro de 1945, o Führer da Alemanha Nazista, Adolf Hitler se refugiou em seu bunker subterrâneo, onde permaneceria por 105 dias, até o dia do seu suicídio. Com os soviéticos cada vez mais próximos da capital alemã e com os constantes bombardeios aliados, Hitler foi para o Führerbunker, situado sob a Chancelaria do Reich, depois de decidir ficar em Berlim. O abrigo estava a 50 metros de profundidade, continha 18 pequenos quartos, era totalmente autossuficiente, com a sua própria água e energia elétrica. Hitler deixou raramente o local neste período. Constantemente, ao seu lado, estava sua companheira, Eva Braun. Já descrentes na "vitória final", o Alto Comando Alemão deixara os suntuosos salões dos prédios oficiais do governo e passaram a ocupar as lúgubres, apertadas e úmidas do Bunker da Chancelaria. Em seu interior, o clima era tenso, com um intenso fluxo de oficiais do alto-escalão das forças armadas alemãs e alguns políticos, todos com ar pesaroso e preocupado de saber que as forças soviéticas estavam as suas portas. No dia 18 de abril de 1945, uma colossal força do Exército Vermelho se espalhou ao redor de toda Berlim, com blindados pesados, aviões de toda ordem e uma maciça infantaria, totalizando um efetivo de 01 milhão e meio de soldados, enfrentando a já enfraquecida e derradeira força nazista nas cercanias da cidade. Apesar da gigantesca inferioridade, os alemães conseguiram barrar por vários dias o avanço total dos soviéticos, derrubando mais de 300 mil soldados inimigos. Hitler foi orientado por alguns companheiros próximos a deixar a cidade, mas seu amor pela nação que ele comandara por anos e o sentimento de orgulho o impediu de tentar uma fuga. (Continua nos Comentários)

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Civis alemães e ex-membros da Volkssturm são obrigados a cavar covas individuais, sob a vigilância de soldados norte-americanos pertencentes a Companhia F, 2º Batalhão, 405º Regimento, 102ª Divisão de Infantaria dos EUA, dias após o Massacre de Gardelegen, perpetrado por ordens da SS, em 13 de abril 1945. Nos dias 3 e 4 de abril, após a travessia das forças dos EUA pelo rio Reno, a administração do Campo de Concentração de Dora-Mittelbau ordenou a evacuação dos prisioneiros do campo principal e de vários subcampos anexos. O objetivo era transportar os presos de trem ou a pé para os outros campos de concentração do norte da Alemanha, como os de Bergen-Belsen, Sachsenhausen ou Neuengamme. Em poucos dias, cerca de 4.000 prisioneiros de Mittelbau-Dora chegaram à região de Gardelegen, onde tiveram que desembarcar dos vagões de carga, pois os trens não puderam avançar devido aos ataques aéreos, que causaram danos às linhas ferroviárias. Em grande desvantagem numérica, os guardas da SS começaram a recrutar forças auxiliares do corpo de bombeiros local, da Luftwaffe, da Volkssturm, Juventude Hitlerista e de outras organizações para vigiar os internos. Em 13 de abril, mais de mil prisioneiros, muitos deles doentes e fracos demais para a marcha, foram levados da cidade de Gardelegen para um grande celeiro na propriedade de Isenschnibbe e forçados a entrar no prédio. Os guardas reunidos então trancaram as portas e atearam fogo ao celeiro, já encharcado de gasolina. Prisioneiros que tentaram escapar, foram mortos pelos guardas. No dia seguinte, as SS e auxiliares locais voltaram para se desfazer da evidência de seu crime. Eles planejavam incinerar o que restava dos corpos e do celeiro e matar todos os sobreviventes do incêndio. O rápido avanço da 102ª Divisão de Infantaria norte-americana acabara por chegar nas proximidades e impediu a SS de finalizarem os planos. Onze prisioneiros sobreviveram à queima do celeiro e foram encontrados vivos pelos americanos, dentre eles sete poloneses, três russos e um francês gravemente ferido. (Continua nos Comentários)

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Soldados pertencentes a 4ª Divisão Blindada do Canadá posam com suas noivas holandesas após o fim das hostilidades na Holanda. Estima-se que aproximadamente 43.500 dessas noivas foram para o Canadá após a desmobilização das tropas canadenses, acompanhadas de cerca de 21.000 crianças nascidas de mães européias e pais militares canadenses. Amersfoort, Utrecht, Holanda. 16 de novembro de 1945. Na Alemanha, por exemplo, os besatzungskinder (crianças da ocupação) totalizaram centenas de milhares, num aproximado de 200 mil crianças. É notória a diferença do tratamento dessas crianças ao se comparar com o caso retratado na imagem. Enquanto em países como França, Holanda, Itália, Bélgica, Nova Zelândia e demais países pelos quais os soldados aliados passaram, as mulheres e crianças tiveram a chance de embarcar num navio, grávidas ou com suas crianças nos braços e ir em busca dos seus amores. Em contrapartida, na Alemanha, onde grande parte dessas crianças nasceram através de um estupro, esses filhos do inimigo jamais viram seus pais, em sua maioria, russos. Além de que, durante todo o pós-guerra, eram hostilizadas por outras crianças, recebendo apelidados grotescos de acordo com a suposta origem dos pais, como de "bastardo ianque" (filhos de soldados norte-americanos, canadenses, ingleses...), "macaco" (filhos de soldados afro-americanos ou das tropas coloniais francesas), ou o pior de todos, os "russenkind" (filho de russo, do qual era quase certo de que eram resultado de um estupro ou prostituição). Fonte: Deutsche Welle. #deutschewelle #russenkind #4thcanadianinfantrydivision #besatzungskinder #ww2 #war #worldwar2 #segundaguerra #segundagrandeguerra #segundaguerramundial

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Civis russos se abrigam dos ataques aéreos alemães durante a Batalha de Moscou na estação de metrô Mayakovskaya. Moscou, Rússia, União Soviética. Outubro de 1941. A estação foi construída como parte da segunda etapa da expansão do metrô de Moscou, inaugurada em 11 de setembro de 1938. Localizada a 33 metros abaixo da superfície, a estação ficou famosa durante o conflito mundial, justamente com a função de abrigo antiaéreo. No aniversário da Revolução de Outubro , em 7 de novembro de 1941, Josef Stalin dirigiu-se a uma assembléia de líderes partidários e moscovitas comuns no saguão central da estação. #moscowmetro #segundaguerra #metrodemoscou #moscow #moscou #ww2 #worldwar2 #metrodemayakovskaya #mayakovskayametro #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #stalin #josefstalin

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Um bebê japonês aos prantos devido a dor das queimaduras em seu rosto, sofridas pelo flash burn da bomba atômica lançada sobre Nagasaki, enquanto outro sobrevivente enfaixado tenta consolá-lo. Ao contrário de Hiroshima, quase todos os edifícios eram de construção tradicional antiquada, constituídos por paredes de madeira (com ou sem gesso) e telhados. Muitas das pequenas indústrias e estabelecimentos comerciais também estavam localizados em edifícios de madeira ou de outros materiais incapazes de suportar explosões. Nagasaki tinha sido autorizada a crescer por muitos anos, sem obedecer a um plano urbanístico; as residências foram erguidas ao lado de edifícios de fábricas, quase tão perto quanto possível, ao longo de todo o vale industrial. No dia do atentado, cerca de 263 mil pessoas estavam em Nagasaki, incluindo 240 mil residentes japoneses, 10 mil moradores coreanos, 2,5 mil trabalhadores coreanos recrutados, 9 mil soldados japoneses, 600 trabalhadores chineses recrutados e 400 prisioneiros de guerra aliados em um acampamento ao norte de Nagasaki. Às 03:49, na manhã de 9 de agosto de 1945, o Bockscar, pilotado pela equipe de Sweeney, foi carregado com a Fat Man, com Kokura como o alvo principal e Nagasaki como o alvo secundário. O plano da missão para o segundo ataque era quase idêntico ao da missão Hiroshima, com dois B-29 voando uma hora à frente e dois B-29 adicionais para instrumentação e suporte fotográfico da missão. Sweeney decolou com sua arma já montada, mas com as fichas de segurança elétrica ainda envolvidas. Durante a inspeção pré-voo de Bockscar, o engenheiro de voo comunicou Sweeney que uma bomba inoperante de transferência de combustível tornou impossível usar 2.400 litros de combustível transportados em um tanque de reserva. Este combustível ainda teria de ser usado por todo o caminho para o Japão, enquanto para a volta o consumo era ainda maior. A substituição da bomba levaria horas; mover a Fat Man para outra aeronave poderia demorar o mesmo tempo e era perigoso. Tibbets e Sweeney, portanto, elegeram o Bockscar para continuar a missão. (Continua nos Comentários)

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Soldados norte-americanos inspecionam um blindado pesado alemão Tiger II de numeração 213, que foi abandonado nos arredores de La Gleize em 19 de dezembro de 1944. Atualmente, esse mesmo blindado encontra-se no The December 44 Museum, situado no mesmo local onde fora capturado. La Gleize está localizada no coração da parte norte das Ardenas belgas. O Museu está alojado em um edifício histórico no centro da vila. É dedicado inteiramente à Batalha do Bulge, também conhecida como a Ofensiva das Ardenas. #thedecember44museum #lagleizemuseum #lagleize #panzerkampfwagentiger2 #segundagrandeguerra #batalhadasardenas #ardenasoffencive #ofensivadasardennas #segundaguerramundial #segundaguerra #worldwar2

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Christian von Schalburg (de pé, ao centro), comandante da Freikorps Danmark, cercado por alguns de seus homens. Em maio de 1942, a unidade de voluntários dinamarquesa, intitulada Freikorps Danmark, foi despachada para a frente para apoiar a Divisão Totenkopf, que estava envolvida em ferozes ações defensivas em torno de Demyansk. O cerco começou como a Operação Ofensiva de Demyansk, sendo a primeira fase realizada de 7 de janeiro a 20 de maio de 1942, com a intenção era romper a ligação entre as posições alemãs de Demyansk e a ferrovia Staraya Russa , que formava as linhas de comunicação do 16º Exército alemão . No entanto, devido ao difícil terreno, arborizado e pantanoso, e posteriormente com a cobertura da pesada neve, o avanço inicial da Frente foi muito vagaroso contra a obstinada oposição inimiga. Durante uma revista de tropas no bolsão de Demyansk, em 02 de junho de 1942, o SS-Obersturmbannführer Christian von Schalburg acabou por pisar numa mina terrestre, sendo morto instantaneamente. Quando seus homens tentaram recuperar seu corpo, foram atacados por soldados russos, dos quais inúmeros morreram. #freikorpsdanmark #vonschalburg #christianvonschburg #demyanskbattle #battleofdemyansk #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #historia #segundaguerra

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Bombardeiro bimotor Douglas A-20 Havok pertencente ao 312º Grupo de Bombardeiros dos EUA sobrevoando uma embarcação japonesa em chamas ao largo da costa da Nova Guiné. No início de 1944, os 312º e 417º grupos de Bombardeiros foram enviados para a Nova Guiné, equipados com A-20G, sendo uma arma ideal para ataques pontuais contra aviões, hangares e depósitos de suprimentos. Com o fim da campanha em Nova Guiné, os esquadrões dos A-20 mudaram-se para as Filipinas e em 1944 três grupos A-20 estavam ativos na campanha que levou à invasão de Luzon. Depois que as Filipinas foram recuperadas, os A-20 iniciaram ataques contra alvos japoneses em Formosa. #douglashavok #a20havok #teatrodeoperacoesdopacifico #ww2 #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #war #warbird #usaf #usairforce

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Caça monomotor Grumman F6F Hellcat decola do convés do porta-aviões CV-16 USS Lexington, em novembro de 1943. Projetado para estabelecer a superioridade aérea norte-americana na frente do Pacífico, era um dos principais aviões embarcados nos porta-aviões baseados neste teatro de operações. Com mais de 12 mil unidades produzidas, era equipado em algumas versões com 06 metralhadoras M2 Browning de calibre .50 e em versões posteriores com 04 metralhadoras M2 e 2 canhões de 20mm, além de bombas e lançadores de foguetes. #f6fhellcat #hellcat #usairforce #usaf #pacificwar #usslexington #teatrodeoperacoesdopacifico #cv16usslexington #war #ww2 #segundaguerra #worldwar2

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Soldados norte-americanos e um blindado meia-lagarta M3A1 pertencente a 4º Divisão Blindada em um hospital de campo em Assenois, Bélgica, dezembro de 1944. Ocupada pelos alemães, ainda mais agora no progressivo retrocesso rumo a Alemanha, para os cidadãos de Assenois, a chegada de novos efetivos das forças alemãs foi o pior presente de Natal que se possa imaginar. Assenois tinha pouco valor militar apreciável. Não ficava no alto de um monte, nem era um centro rodoviário como o vizinho ao norte, a cidade de Bastogne, alvo de uma intensa batalha entre alemães e as forças aliadas. Sua localização ficava ao lado de uma estrada que ligava Bastogne à cidade de Remichampagne, ao sul de Assenois, sendo a única aplicabilidade estratégica para a tomada da cidade. Os blindados e soldados da 4ª Divisão Blindada do 37º Batalhão de Tanques, comandada pelo general Creighton Abrams, se preparavam para o combate, reforçando a luta árdua que se arrastava desde 22 de dezembro. Agora, e com muito custo, os norte-americanos estavam se aproximando do grande prêmio, a cidade de Bastogne, uma vez que o movimento de pinça estava se formando, já que horas antes, as forças aliadas capturaram a cidade de Remoiville, que ficava a três quilômetros ao sul de Assenois, cortando os flancos alemães. #m3a1 #4thtankdivision #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #historia #segundaguerra #assenois #belgian #belgica #bastogne #remoiville

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Canhão de Assalto alemão StuG III após explosão interna no compartimento de munições ao ser atingido por tropas aliadas no Bolsão de Falaise, durante a batalha pelo local. A Batalha do Bolsão de Falaise, ocorrida entre os dias 12 e 21 de agosto de 1944, foi o avanço decisivo da Batalha da Normandia na Segunda Guerra Mundial. Um bolsão foi formado em torno de Falaise, no qual o Grupo de Exércitos Alemão, com o 7º Exército e o 5º Exército Panzer (anteriormente Panzergruppe West), bem como o Panzergruppe Eberbach, foram cercados pelos Aliados Ocidentais, composta pelos 1º e 3º Exército dos EUA, o 1º Exército Canadense e o 2º Exército Britânico. A batalha é também referida como a Batalha do Falaise Gap (depois do corredor que os alemães procuraram manter para permitir a sua fuga). A batalha resultou na destruição da maior parte do Grupo B do Exército a oeste do Sena, que abriu caminho para Paris e a fronteira franco-alemã para os exércitos aliados na Frente Ocidental. O número de mortes fora bastante alto. As forças nazistas perderam um aproxima do de 10 mil homens, sendo capturados outros 50 mil. Do lado aliado, não se tem um número conhecido. Na imagem, um soldado canadense é atendido por um médico durante a dura batalha de Falaise, França. Vê-se um blindado alemão modelo StuG III destruído ao lado dos dois militares. Fontes: BEEVOR, Antony. A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - 1. ed. - Rio de Janeiro : Record, 2015. RYAN, Cornelius, O MAIS LONGO DOS DIAS - 1. ed - Porto Alegre: L&PM Pocket, 2004. #sturmgeschütz #stug3 #stugiii #falaisebulge #falaisebattle #historia #segundagrandeguerra #segundaguerramundial #segundaguerra #worldwar2 #antonybeevor #beevor

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